A Fotografia de Natureza é alucinante. Não apenas pela beleza dos animais selvagens e raros, mas também pela emoção de conseguir cada registro e pelo orgulho e poder mostrar ao mundo a explosão de vida nos locais inexplorados do planeta. É impossível falar sobre essa beleza sem citar Araquém de Alcântara.
Nasceu em 1951 em Florianópolis e começou a fotografar em 1970, durante sua graduação em jornalismo, quando se tornou repórter dos jornais O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde. Nove anos mais tarde, escreveu sua primeira matéria de cunho ecológico e fez expedições fotográficas pela Mata Atlântica. A partir daí, não parou mais. Entre 1972 e 1982, trabalhou para jornais como O Globo, Cidade de Santos, Tribuna de Santos e para revista Isto É.
Há mais de 40 anos – fato que o torna um dos pioneiros brasileiros no estilo - Araquém vem se aventurando pelos quatro cantos do país, resistindo às condições mais extremas para conseguir o registro perfeito. Ele também é um contador da história do povo brasileiro, e o faz através de fortíssimos retratos capturados, geralmente, também em meios às florestas. Seu trabalho é
reconhecido e requisitado pela revista National Geographic.
Como resultado de seus esforços e talento, foi eleito um dos dez maiores fotógrafos brasileiros da década pela revista Photo Magazine. Possui 43 livros publicados e recebeu uma homenagem da indústria gráfica, Americana Premier Print Awards, por seu mais recente livro “Araquém de Alcântara: Fotografias”, eleito o melhor livro de arte das Américas em 2011. Além desse, também já recebeu mais de 50 homenagens, prêmios e menções honrosas.
Além da Fotografia, Araquém também luta em defesa do meio ambiente e do povo brasileiro sendo conselheiro do projeto Planeta Sustentável. Mais que meras imagens, as fotos de Araquém contam histórias. Histórias de um Brasil que, ao mesmo tempo selvagem, consegue sociável. Histórias da natureza selvagem que se misturam com a do seu povo. São fotografias fortes e lindas.









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